dizem por aà que quem ama não vai. mas se tu voltares, eu digo.lhes que quem ama, pode voltar sabes aqueles momentos de paragem no tempo em que imaginas o futuro? daquelas longas e infinitas viagens que dás por ti a flutuar ao sabor do vento e daquilo que vês? hoje, tive desses momentos. mais uma vez repetidamente. foi deveras real. tu. sim tu como cabeça de cartaz. sempre. por muito que pudesse imaginar um sem rosto qualquer, é impossÃvel. o olhar. o toque. o cheiro de que me assalta a memória vezes sem conta. sim tu. ainda tu. o teu olhar.azul.mar pousado sobre mim. podia contar.te o que vi. mas as palavras tornam.se sufocantes. preciso de mais. de (te) sentir mais vivo perto de mim. mas há coisas impossÃveis, hoje. mas nesta minha paragem no tempo, eras meu. eras pele da minha pele. éramos um só coração, um só batimento, uma só alma. o amor. apesar de todos os tropeços da vida, de o caminho se fazer longe do meu, continuo a olhar(.te) da mesma forma. a desejar.te ainda mais. a querer o teu coração de mãos dadas com o meu. apenas e só, te contemplo de longe mesmo que doa. o amor. aquele que é verdadeiro e que nunca senti no presente. puro. genuÃno. livre. e sempre com vontade de se alimentar e ser alimentado. embora saiba (acho que) o que sentes não é igual. mas não importa. o que importa é aquilo que me fizeste sentir. o que me deste a conhecer. o amor. um sentimento bonito. o que o olhar denuncia e o coração reconhece assim que se cruza. eu estou aqui, no mesmo sÃtio de sempre á tua espera. mais cheia de mim. mais cheia de sorrisos. mais segura de mim. e com muito amor para compartilhar. sim, eu mudei. tu não sabes outros tantos também não. mas, eu sei. e sou feliz por ter chegado até aqui mesmo não partilhando contigo estas batalhas. espero um dia vir a partilhar e sorrir e chorar contigo. e perceberes também muita coisa que até então, nunca tinhas percebido. até já.* da eterna.bailarina.que.dança.à .beira.mar Jo* No comentários , by Joana Cunha
quando o coração fala, tens que saber ouvir do que me apetece. sem distância. sem medos. só vontade. vontade de te ver. de te abraçar. de te sentir perto. de te dizer, amo.te. assim, num suspiro prolongado enquanto navego pela memória sem margens. sem te avistar. sem te sentir perto. sonhei contigo um deste dias. já fazia tempo em que não te via neles. tão bom. tão perto. tão sentido. o teu rosto, continua o mesmo. o teu olhar, azul.mar infinito em mim. mesmo tu, tão distante não deixo de gostar menos de ti. olha que não. mas, ainda te lembras de mim?... ainda te lembras do amor que te escrevia e tu não percebias? eu sei que sim, e sei também que ouvir ou ler uma vez não chega. comigo é assim por isso não me importo de repetir quantas vezes forem. apetece.me. todos os dias sem falhar um. não os conto. nem me importa o tempo que lá vai e ainda vem. importa.me o que sinto por ti e o que me apetece. e a vontade de te dizer olá. o que um olá significa hoje. aqui e agora. sorrio. e o que mais te podia dizer... mas a inspiração perdeu.se no caminho. talvez tenho saÃdo com o vento á tua procura. talvez. talvez. e é com certeza que te digo que eu iria sem hesitar se pudesse* da eterna.bailarina.que.dança.à .beira.mar Jo* No comentários , by Joana Cunha