não sou do tipo de pessoa que me queixe. seja do que for. não sou pessoa de lamentar sobre o que acontece na vida. mas há dias, em que se abatem pensamentos incontornáveis. há dias, que chamo sorte. outros azar. outros luta. outros nem sei que nome dar. não sou de falar do que acontece nos/aos outros. falo de mim. mas há dias, em que me deparo com apertos enormes e perguntas que ainda não percebi, ninguém me sabe responder porque também não percebem, ou então, ainda não tem de ser. há dias, em que me sinto um ser inútil no mundo. sim. sabem aquela sensação de continuar à procura e nada aparecer? vejo os dias a passar e daqui a nada chego ao patamar dos 30 e talvez, ou tenho quase a certeza que vai ser ainda muito mais difÃcil. sim, falo de trabalho. ainda não consegui. ainda não apareceu a minha 'sorte' no que toca a este campo. agora percebem? uma vez disseram.me que para todas as coisas funcionarem em conjunto, se há alguma (que no meu caso é a saúde), não estiver bem, todas as outras não funcionam. e compreendo perfeitamente isso até porque não desisti de nenhuma delas. já me sinto melhor para abraçar qualquer coisa que venha e dizer que tudo o que já lá vai não foi em vão. lutar, nunca me meteu medo. o que me mete medo é fragilizar a certo ponto e ponderar se realmente sou mesmo capaz... mas estou bem. continuo. sempre. se calhar, ainda tenho que esperar por resultados mais concretos, determinantes para então, a vida e eu, nos darmos. não sei. e perdoem.me este desabafo. podia ocultar estas palavras, mas quase que aposto que não serei a única neste imenso mundo a pensar/sentir assim. mas nada de desanimar. se a vida pede mais de nós, vamos mostrar o quão guerreiros somos e o quanto queremos realizar os nossos sonhos. acredita. sempre.
da eterna.bailarina.que.dança.à .beira.mar. Jo*
da eterna.bailarina.que.dança.à .beira.mar. Jo*