onde há vontade, não há limitações

12:44

éh pah! até podia dizer que não. fingir que não sinto ou que não gosto. mas vai contra aquilo que sou. e o que sou, define.me. quando gosto, gosto mesmo não há cá tempos, distâncias, vidas diferentes que me façam contrariar o coração e o que sinto. por isso, quero que saibas que gosto de ti. mais uma e outra vez repetida, mas desta vez, o remetente lê. espero. há medos. há. há o desconhecido. há. há vontade. há mais que tudo. mas se partir que essa vontade só venha de uma das partes, é difícil. mas luta.se. certo. já não me lembrava sorrir assim. por nada. por tudo. e é bom sentir as borboletas na barriga. aquela ansiedade de resposta mesmo que simples. mas há medos. sim. o não saber o que o outro sente. o querer dizer e não saber como. o ter vontade todos os dias de falar. de sentir perto. os 'e ses' da vida são lixados!... não acham? nem sequer nos devia passar pela mente tais ses e tais medos! o medo de não magoar. da espera ser em vão. é pesado demais para o coração. mas também tem o seu lado bom. o lado em que nos dedicamos mais a nós e deixamos a flor crescer. e o coração, resiste à memória. e, apesar de tudo, ainda que em silêncio, gosto de ti.


da eterna.bailarina.que.dança.à.beira.mar. Jo*

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