sabemos de que limites somos feitos

23:37

daqueles dias em que a alma dói. a alma almeja. a alma fraqueja. sem muito mas com muito. basta um simples tropeço e, dá.se a dor. teima em ficar porque sim. porque sente e não consegue controlar. há dias em que alma dói... lágrimas rolam pela face pálida. sem vida. sem cor. óh! tomara que o coração fosse cego. surdo. mudo... tomara que ele não soubesse sentir... suspirar até ao infinito para acalmar a dor. aquela dor dormente que teima em fazer sentir.se constantemente. quando menos se espera, não dá para controlar. e é impossível ignorar. ai! o que eu dava para apagar do coração coisas. pessoas. sim! há momentos que queria. assim não via. não sentia. mas é impossível. dói. e dói saber o que sente. o que significa. que sorri. que está bem. mas quando se anda numa maré de fragilidade total, tudo serve para sufocar. gritar. esquecer. apagar. e, as palavras magoam... nem sequer tenho vontade de partilhar este momento frágil do meu ser. dói. o amor. às vezes, somos tão mais fortes em situações específicas e especiais mas quando toca ao amor, bem, é tão mais tudo que nem sei... mas amanhã é outro dia. um novo dia para contornar pesos pesados. e pensar que tudo se vai encaixar na medida certa. até lá, sem vontade... 

da eterna.bailarina.que.dança.à.beira.mar. Jo*

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